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Utilização de gérmen de milho na dieta de aves

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Para ler mais conteúdo de nutriNews Brasil 1 Trimestre 2021

Carla Daniela Suguimoto Leite Pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Federal de Goiás.

Carla Daniela Suguimoto Leite

Carlos Henrique Rodrigues Rocha Mestrando em Zootecnia na Universidade Federal de Goiás.

Carlos Henrique Rodrigues Rocha

Itallo da Silva Faria

Itallo da Silva Faria
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O milho é o principal grão utilizado como fonte de energia na formulação de dietas para aves, assim como a soja é a principal fonte de proteína. Com isso, alterações nos preços ou na disponibilidade desses produtos pode levar a alterações nos custos de produção (LOPES et al., 2019). Sendo mundialmente cultivado, o milho apresenta cultivares selecionados para diferentes usos, tanto na alimentação humana como animal, além de outros usos industriais.

Além de ser utilizado na alimentação animal, o milho também é usado na alimentação humana, como grão ou na forma de alimentos processados, na indústria farmacêutica e ainda pode ser destinado à produção de biocombustíveis. Esta ampla variedade de usos se deve ao fato de seus grãos serem ricos em amido e óleo (STAMENKOVIĆ et al., 2020).

Os resíduos gerados a partir da indústria de alimentação humana que não são apropriados para o consumo das pessoas, ou que por algum motivo estejam caracterizados como inadequados para os padrões alimentícios, poderiam ser descartados. Recentemente, o uso destes coprodutos ganhou grande importância, e estes compostos passaram a ser vistos com grande potencial como ingrediente na formulação de dietas para a alimentação animal (VOLPATO et al., 2015).

As indústrias alimentícias produzem coprodutos que podem ser destinados a alimentação animal, e esses alimentos se caracterizam como fontes alternativas para substituição dos ingredientes convencionais, especialmente milho e farelo de soja, como medida para diminuir o custo da alimentação, que chega a representar até 80% dos custos na produção de aves.

Mas, é importante ressaltar que é essencial se levar em consideração a qualidade dos coprodutos que estão sendo incluídos na dieta dos animais, na busca da produção com melhor relação benefício: custo (FERREIRA et al., 2019).


Para utilização desses coprodutos na alimentação animal, é necessário avaliar a sua composição química e os valores energéticos, para determinar o seu valor nutricional e identificar o nível de inclusão nas dietas, com a finalidade averiguar o seu potencial de utilização na formulação das dietas (REGINA et al., 2000; LITZ et al., 2014; VOLPATO et al., 2015).




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