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Impacto ambiental da suinocultura:

mais um exemplo de que só melhoramos o que medimos!

A suinocultura no contexto das demandas mundiais por alimento

Atender a crescente demanda mundial por alimentos é certamente um dos maiores desafios que enfrentaremos nas próximas décadas. O setor produtivo (incluindo agricultura e pecuária) precisará alimentar uma população cada vez maior, porém, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de também atenderem às suas necessidades.

Em outras palavras, a construção de sistemas agroalimentares sustentáveis é um requisito
obrigatório. A suinocultura já apresenta níveis muito altos de desempenho e certamente tem
um papel social importantíssimo para a segurança alimentar do planeta.

Como avaliar o impacto ambiental?

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Os impactos ambientais da suinocultura têm sido geralmente analisados de forma isolada (exemplo: com foco no animal) ou restrita às suas associações diretas (exemplo: emissões no ambiente onde o animal é criado).

Estes indicadores são úteis quando as emissões poluentes da cadeia têm um efeito apenas no ambiente local e são frequentemente utilizados para avaliar a emissão de substâncias como:

Porém, a suinocultura é uma cadeia complexa e, por isso, os impactos ambientais podem ser mais bem compreendidos em abordagens multidisciplinares que considerem todo seu ciclo de produção.

As técnicas de avaliação global geram indicadores ambientais mais representativos, pois consideram além dos impactos diretos da atividade, também as emissões associadas às matérias-primas utilizadas ao longo da cadeia produtiva.

Todo produto causa um impacto ao meio ambiente, seja em função de seu processo produtivo, das matérias-primas que consome, ou devido ao seu uso ou disposição final.

No caso da suinocultura, um animal terminado para o abate só é produzido após uma longa cadeia (produção dos leitões; cultivo, colheita e transporte dos grãos; etc.) e em cada etapa desta cadeia produtiva, energia é gasta e elementos poluentes são gerados.

A avaliação do ciclo de vida (do inglês, Life Cycle Assessment – LCA) é uma ferramenta amplamente reconhecida no contexto de análises globais de impacto ambiental. A técnica permite examinar um determinado sistema (serviço ou produto) e analisar sistematicamente os fluxos e os impactos ambientais que podem ser associados à totalidade do seu ciclo de vida (“do berço até ao túmulo” ou da extração das matérias primas até sua disposição final), pressupondo que há um impacto ambiental associado a cada recurso ou a cada unidade de energia consumida no sistema.

Durante a análise, todas as emissões ou usos de energia importantes do ciclo de vida são agregados e expressos em relação à unidade funcional escolhida (exemplo: 1 tonelada de ração ou 1
tonelada de carne suína; Figura 1).


A análise do ciclo de vida pode ser utilizada para identificar pontos da cadeia que possam ser melhorados em termos de sustentabilidade ambiental e, em uma abordagem preventiva, como facilitadores de decisão e de planejamento estratégico para reduzir o impacto gerado na produção de artigos de interesse para a sociedade, como na produção de carne.




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