Grãos

Desvendando o potencial do sorgo na nutrição de aves e suínos

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Alana Serraglio Médica Veterinária, Mestranda em Nutrição de Monogástricos

Alana Serraglio

Ana Carolina Britto Doi Graduanda em Zootecnia pela Universidade Federal do Paraná

Ana Carolina Britto Doi

Simone Gisele de Oliveira Zootecnista, Professora adjunta da Universidade Federal do Paraná

Simone Gisele de Oliveira
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Em escala global, de acordo com o USDA (2024), os Estados Unidos lideram o ranking de produção de sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) com 8,071 milhões de toneladas, seguidos por Nigeria e Sudão.

O Brasil ocupa a sétima posição entre os maiores produtores mundiais (USDA, 2024), e na safra de 2022/23 atingiu uma produção de 4,788 milhões de toneladas (Conab, 2024), sendo os estados de Goiás, responsável por 44% da produção, Minas Gerais por 28% e São Paulo por 9%, os principais membros do “Sorghum Belt” brasileiro (Embrapa, 2022).

Conforme discutido no XXXIII Congresso Nacional de Milho e Sorgo, ocorrido em 2022, a cultura do sorgo apresenta perspectivas promissoras, especialmente diante do potencial aumento nas exportações de milho para a China, o que torna o sorgo uma alternativa economicamente viável. Além disso, o sorgo apresenta um custo de produção de cerca de 20% inferior ao do milho (Fialho et al., 2002).

Originário da África, o sorgo é reconhecido por suas propriedades nutricionais, destacando-se pela sua notável adaptabilidade a condições adversas de clima e solo, maior tolerância ao estresse hídrico, alto valor energético e pela versatilidade como ingrediente em rações para animais de produção (Nunes, 2005; Carvalho, 2010).

No entanto, sua inclusão requer uma análise cuidadosa das variações em sua composição, especialmente em relação a grande quantidade taninos e fatores anti qualitativos, que podem impactar negativamente a digestibilidade e o desempenho dos animais (Selle et al., 2018).

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Em termos nutricionais, conforme descrito nas Tabelas Brasileiras (2017), é recomendado que a níveis práticos se use 30% de sorgo em dietas para frangos de corte em fase inicial e poedeiras e 35% em dietas de suínos em fase de terminação.

CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS E COMPOSIÇÃO DO GRÃO




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