O trato respiratório não é responsável apenas pela troca de gases, mas também pela regulação de temperatura e equilíbrio ácido-base. Sua função irrestrita garante a ingestão de oxigênio suficiente e o funcionamento adequado de sistemas vitais.
Existem algumas diferenças fisiológicas entre as espécies com a diferença de que, nas aves, o sistema respiratório aviário é considerado mais eficiente, devido à presença de sacos aéreos, que mantêm um fluxo unidirecional; através de parabrônquios e capilares de sangue de fluxo cruzado. Assim, as aves podem aumentar a capacidade de difusão de oxigênio.

Doenças do trato respiratório em animais da fazenda
As doenças respiratórias em bezerros e leitões são consideradas uma das doenças mais graves em termos de perdas econômicas, devido a parâmetros de produção mais baixos, custos de intervenções veterinárias e penas mais elevadas no abatedouro (Zimmerman et. al 2012).
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Na engorda de bezerros, estes problemas respiratórios são um desafio devido a sua alta morbidade, que é estimada entre 49% e 80%. As doenças respiratórias também são de grande importância nos suínos, pois apresentam uma morbidade que varia entre 10% e 40%, com uma mortalidade de até 15%.
Embora as doenças respiratórias sejam freqüentemente atribuídas a diferentes patógenos, há alguns fatores que podem influenciar o desenvolvimento das condições respiratórias. Alguns desses fatores são o manuseio, o transporte, um microclima inadequado, entre outros (Tabela 1).

Por exemplo, a alta densidade populacional combinada com fatores de estresse ambiental pode influenciar negativamente o sistema imunológico, aumentando assim a suscetibilidade a doenças respiratórias (Muniz et al., 2006).
O uso de antibióticos é freqüentemente a primeira linha de terapia para tratar doenças gastrointestinais e do trato respiratório em bezerros, suínos e aves. Entretanto, devido ao aumento da resistência microbiana, novas estratégias estão sendo buscadas para prevenir doenças. |
Tabela 1: Fatores que têm um impacto significativo sobre o desenvolvimento da pneumonia

A importância de manter um sistema respiratório saudável
O trato respiratório tem uma série de mecanismos de defesa para protegê-lo de agressões externas. As vias aéreas são equipadas com um aparelho mucociliar funcional que consiste em uma camada de mucosa protetora, uma camada líquida na superfície das vias aéreas e cílios na superfície das células capilares.
O trato, por sua vez, produz muco, que aprisiona partículas inaladas e patógenos e as expulsa das vias aéreas. Este mecanismo, chamado de desobstrução mucociliar, é o principal mecanismo inato de defesa do sistema respiratório e é capaz de filtrar e remover germes em poucas horas.

Quando um animal sofre de uma doença respiratória, há um excesso de produção de muco no trato, o que leva à ciliostasia, ou seja, os cílios tornam-se estáticos e não podem arrastar ou purificar partículas ou restos de microorganismos fagocíticos. Da mesma forma, o excesso de muco pode obstruir as vias aéreas e causar dispnéia, irritação e inflamação da mucosa.
Óleos essenciais na produção animal

Nas últimas duas décadas houve um aumento substancial no uso de ervas e óleos essenciais como aditivos na alimentação animal. Os óleos essenciais, ou fitogênicos, são comumente definidos como compostos vegetais secundários e seus metabólitos com efeitos benéficos sobre a saúde e a produção animal (Durmic, et al. , 2012).
O modo de ação desses compostos não é totalmente investigado. Entretanto, sabe-se que eles têm efeitos antimicroniais, anti-inflamatórios e antioxidantes (Windisch, et al. 2008), e também influenciam algumas funções biológicas como o consumo de alimentos, melhoram a atividade microbiana e, por sua vez, tendem a aumentar a contagem e a atividade das células imunes, entre muitos outros efeitos.

Os efeitos mencionados acima foram relatados, entre outros, sobre óleos essenciais de várias espécies de eucalipto que têm sido amplamente utilizados terapêuticamente no tratamento de infecções pulmonares (D. Low et al., 1974).
Diferentes estudos identificaram 1,8-cineole, β-pineno e espathulenol como os compostos mais abundantes de eucalipto (Giamakis et al., 2001). O óleo essencial de menta extraído da espécie (Mentha piperita) é uma substância antimicrobiana muito poderosa.
Segundo Singh (2011), o óleo de hortelã-pimenta e o mentol têm efeitos
antibacterianos moderados contra bactérias gram-positivas e gram-negativas. Timbermant (2011) relatou o efeito dos óleos essenciais na prevenção da enterite necrótica e a proliferação de Clostridium perfringens em frangos de corte.
BronchoVest – combinação equilibrada de óleos essenciais
O tratamento deve sempre visar especificamente o agente causador da doença junto com os sintomas. Entretanto, em animais com sintomas de doenças respiratórias, os óleos essenciais são um excelente complemento ao tratamento. Por esta razão, o produto BronchoVest fornece uma formulação bem equilibrada de óleos essenciais para apoiar o trato respiratório dos animais de produção com as seguintes funções:
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Facilita a respiração em caso de doenças respiratórias, e após o tratamento
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Aumenta o apetite
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Estimula a defesa natural do corpo
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Fornece suporte em caso de estresse térmico
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Manuseio flexível através de água potável, ou aplicação de spray
BronchoVest – Ingredientes altamente eficazes


Em conclusão, os óleos essenciais podem ser uma grande alternativa para aliviar os sintomas respiratórios nos animais. Devido às suas propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, expectorantes e estimulantes do sistema imunológico; entre muitos outros efeitos, os óleos essenciais influenciam positivamente o bem-estar, a saúde e a eficiência dos animais de criação.
Para maiores informações:
Paulo Lima de Oliveira
[email protected]
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