03 Dec 2020

Composto de bactérias potencializa o efeito de antibióticos

Técnicos do Serviço de Pesquisas Agrícolas (ARS, na sigla em inglês) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) afirmam que continuam obtendo sucesso em testes com um composto capaz de aumentar a potência dos antibióticos beta-lactâmicos, reduzindo as dosagens preconizadas e, ao mesmo tempo, ajudando a evitar o desenvolvimento de resistência nos organismos que deve matar. Os pesquisadores se concentraram no composto tunicamicina que, na natureza, é secretado por alguns tipos de bactérias em um ato de guerra química que busca impedir que organismos concorrentes alcancem recursos selecionados. Saiba mais aqui!

Técnicos do Serviço de Pesquisas Agrícolas (ARS, na sigla em inglês) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) afirmam que continuam obtendo sucesso em seus testes com um composto capaz de aumentar a potência dos antibióticos beta-lactâmicos, reduzindo significativamente as dosagens normalmente preconizadas e, ao mesmo tempo, ajudando a evitar o desenvolvimento de resistência nos organismos que deve matar.
De acordo com Neil Price, Químico de um dos centros de pesquisa do ARS, os beta-lactâmicos são uma classe de antibióticos amplamente utilizada na saúde humana, medicina veterinária e agricultura. Muitos são baseados em penicilina e cefalosporina. No entanto, alguns germes desenvolvem resistência aos medicamentos, ameaçando sua eficácia no combate a infecções e prevenção de doenças.
Na busca por aumentar a eficiência dessa classe de antibióticos, as pesquisas de Price e equipe se concentraram em um composto chamado tunicamicina que, na natureza, é secretado por alguns tipos de bactérias em um ato de guerra química que busca impedir que organismos concorrentes alcancem recursos selecionados.
Infelizmente, porém, a tunicamicina também bloqueia a atividade de uma proteína-chave nas células humanas e animais. Para superar esse problema, a equipe reconfigurou o composto com um par de átomos de hidrogênio, atenuando seus danos às células humanas e animais, mas não aos germes que deve combater.
Na primeira rodada de testes de laboratório, a mistura da tunicamicina modificada com oxacilina e outras drogas à base de penicilina os tornou 32 a 64 vezes mais potentes. Desde então, a equipe expandiu a lista de antibióticos beta-lactâmicos que são sinergizados por uma das duas tunicamicinas modificadas: TunR1 e TunR2.
Clique aqui. para conhecer mais detalhadamente os resultados dos pesquisadores do ARS.

Por: AviSite

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