Destaques
22 abr 2022
Resumo da semana: O que aconteceu de mais importante no mundo da nutrição animal durante a terceira semana do mês de abril
Destaques
Nutrição de ruminantes: Uso estratégico de pré e probióticos na criação de bezerras leiteiras
Nutrição de monogástricos: Uso de DDGS como ingrediente nas formulações de rações para suínos
Aquicultura: Nível de proteína na dieta e o crescimento de pacu
Agronegócios: Comércio exterior do agronegócio de março/2022
Mercado de suínos: Exportadores de aves e suínos promovem ação no Canadá

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As bezerras leiteiras são cruciais para o rebanho leiteiro e devem ser criadas de forma a manter boa saúde, bem-estar e capacidade de produzir leite no futuro. Da mesma forma, para bezerros leiteiros machos, as oportunidades para maximizar o crescimento e minimizar os problemas de saúde são importantes.
Tradicionalmente, os antimicrobianos orais são usados para prevenir a diarreia; no entanto, a eficácia variável demonstrada dos antimicrobianos orais e as preocupações em torno da resistência antimicrobiana tornam essa opção insustentável. Assim, medidas alternativas devem ser buscadas para combater esta doença.
Manipular o microbioma intestinal no início da vida pode se tornar uma opção para melhorar a saúde do bezerro através do uso de produtos microbianos. Especificamente, os probióticos e prebióticos foram recentemente explorados para promover a saúde intestinal e diminuir a diarreia em bezerros jovens.
Essa estratégia pode ajudar a mitigar a exposição do rúmen em desenvolvimento à condições adversas e pode ajudar a evitar que os bezerros experimentem eventos que afetem negativamente a saúde e o crescimento durante e após o desmame.

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DDGS é um alimento alternativo para formulação de dietas de suínos alimento alternativo e, também, um meio de aproveitamento sustentável do resíduo da produção de etanol à base de grãos.
A energia presente nos grãos secos destilados com solúveis (DDGS) bem como fibra, proteína e fósforo digestível faz com que o alimento se torne atrativo na produção das rações de suínos, em substituição parcial ao milho e farelo de soja.
O DDGS é um coproduto resultante do processo de moagem da produção de etanol, possui coloração marrom e pode se apresentar com tons dourados, e essência característica de alimentos fermentados.
De acordo com Curry et al. (2018) o uso de DDGS de milho na alimentação de suínos tem aumentado devido a sua acessibilidade, alto valor energético, além dos percentuais de aminoácidos e fósforo disponíveis.
Novos ingredientes são necessários dentro do sistema de produção animal e o DDGS se apresenta como um potencial ingrediente fixo nas formulações de rações de suínos. É uma oportunidade para redução de custos com alimentação, além de ter uma prospecção ascendente na disponibilidade para o mercado brasileiro.

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O pacu é uma espécie nativa que se destaca pelo rápido crescimento, rusticidade, aceitação pelo mercado consumidor, além da adaptação a diversos sistemas de produção.
O nível de proteína na dieta afeta significativamente o crescimento, consumo de ração e a composição corporal dos juvenis (filhotes) de pacu em sistema bioflocos (recurso que permite que a água utilizada na piscicultura dure muito mais tempo do que o normal).

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Março é um mês típico de início de alta nas exportações do agronegócio brasileiro, explicada em parte pelo avanço das colheitas da safra 2021-2022, em especial dos grãos.
Mesmo sendo um mês em que é esperada maior comercialização frente a janeiro e fevereiro, o setor apresentou significativo crescimento do valor exportado ante mesmo mês do ano passado, com alta de 29,4%, totalizando US$ 14,5 bilhões. As importações do agronegócio fecharam o mês com US$ 1,4 bilhão, também com alta frente ao mesmo mês do ano anterior, de 5,9%.
Com isso, o primeiro trimestre do ano se encerra com a intensificação do fluxo comercial do agronegócio brasileiro, tanto nas exportações quanto nas importações, mesmo frente a novos desafios como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e o conjunto de sanções que afetou os fluxos internacionais de comércio.
A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), liderará uma ação setorial com agroindústrias de suínos e de aves durante a SIAL Canadá, feira de alimentos que acontecerá entre os dias 20 e 22 de abril, em Montreal.
Impulsionada pela recente abertura do mercado canadense para a carne suína do Brasil, a ação reunirá quatro empresas e cooperativas associadas – BRF, Copacol, Pamplona e Seara.
Na edição canadense da SIAL, o setor contará com encontros de negócios com importadores e potenciais clientes no espaço exclusivo da ABPA.
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