04 maio 2022
Para apresentar a mais nova ferramenta para o controle de Salmonellas paratíficas do mercado brasileiro, a Vetanco reuniu, no dia 28 de abril, clientes do Rio Grande do Sul na cidade gaúcha de Bento Gonçalves.
“Realizamos a primeira Ronda Biotech Vac Salmonella no RS, com a participação de profissionais engajados na cadeia de produção de frangos de corte e ovos, de diferentes empresas, desde aquelas que trabalham com a produção de pintinhos de um dia (matrizes pesadas), frango de corte e postura comercial”, conta Adair Junior Alves, Coordenador de Território – Aves da Vetanco e responsável pelo evento de lançamento.
A programação contou com palestras dos profissionais da Vetanco Mauro Renan Felin, que abordou o olhar para o futuro, preservando a sua essência; e Carlos Dalle Mole, que falou sobre a nova geração das vacinas contra Salmonella na avicultura.
Além deles, a professora de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP Dra. Terezinha Knöbl explanou sobre o monitoramento e controle de infecções paratíficas na cadeia de produção de aves, seus desafios e perspectivas.
“Nosso principal objetivo foi, realmente, levar ao cliente o conhecimento sobre o monitoramento e as perspectivas, por isso a participação da Dra. Terezinha, e também para levar a novidade, apresentar a eles a ferramenta Biotech Vac Salmonella”, ressalta Adair.
O próximo encontro será realizado no Oeste do Paraná.
A tecnologia de subunidade
A Biotech Vac Salmonella é a primeira vacina de subunidade utilizada na avicultura em todo o mundo e, portanto, a Vetanco é o primeiro laboratório a utilizar essa tecnologia no segmento.
A vacina foi desenvolvida pela diretora de Biotecnologia da Vetanco, pesquisadora Sherry Layton, na Universidade de Arkansas, um dos maiores centros de desenvolvimento e sanidade avícola mundial, considerado referência junto da Universidade da Geórgia.
Gerente de Biológicos da Vetanco, Dalle Mole frisou a importância do controle de salmonelas e ressalta a relevância da Biotech Vac Salmonella que, por utilizar a tecnologia de subunidade, é a única vacina que fornece proteção contra várias estirpes e sorotipos de salmonellas paratíficas, induzindo imunidade de mucosas e sistêmica.
Dalle Mole pontuou os benefícios da vacina, em especial a proteção de forma segura. “Não é uma vacina viva, portanto, não oferece nenhum risco às aves, nem ao manipulador, e sua aplicação acontece via água de bebida. Além disso, não interfere nas monitorias sanitárias e conta com a estratégia DIVA, que permite diferenciar o animal vacinado do infectado”, explica.
Além disso, ressaltou sua ampla proteção contra os sorogrupos B, C e D e o uso em frangos de corte, postura comercial e matrizes pesadas.
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