Em MT, o preço da soja ficou em R$ 180,72/sc na média de março até o dia 25, valor 13,68% maior que no mesmo período de 2021. Vale ressaltar que no dia 10/03 o preço atingiu a marca de R$184,81/sc, maior valor da série histórica do Imea.

Isso se deve, principalmente, aos problemas climáticos no sul do Brasil no final de 2021 e início de 2022, o qual levou a uma redução de 43,47% na produtividade da região, segundo a Conab.
Somado a isso, a valorização da cesta de commodities na bolsa de Chicago, impulsionada pelo conflito russoucraniano, gerou incerteza no mercado e contribuiu para o incremento nas cotações do grão e seus subprodutos, como o óleo e o farelo de soja.
Por fim, mesmo com estes fatores altistas, a queda do dólar refletiu na redução da cotação da soja em 3,95% na última semana em Mato Grosso, com valor médio de R$ 173,47/sc.
Fonte: IMEA
DÓLAR EM QUEDA: com a maior entrada de capital estrangeiro no país, o dólar apresentou desvalorização de 4,76% em relação ao real na última semana.
PRÊMIO CRESCE: com a demanda aquecida do produto no mercado nacional, o prêmio do porto de Santos valorizou 1,43% no comparativo semanal
SOJA NACIONAL CAI: na última semana o preço da saca de soja foi pressionado por conta da queda do dólar, e ficou cotado na média de R$ 198,30/sc.

Colheita da soja chega à reta final no estado de Mato Grosso, com 99,67% das áreas concluídas até sexta-feira (25/03). Apesar do menor avanço alcançado durante o período da colheita na última semana (0,87 p.p.), a
safra 21/22 se consolidou como a mais adiantada de toda a série histórica.
Um dos principais fatores que colaborou para esse recorde foi o clima favorável durante o período inicial da safra, que contou com a antecipação das chuvas e auxiliou no processo de semeadura do grão.
Com relação aos rendimentos semanais, quando comparado ao mesmo período do ano passado, o acréscimo observado foi de 1,15 sc/ha na média estadual, que ficou estimada em 58,52 sc/ha.
A região com maior destaque nos rendimentos até o momento foi a sudeste, que registrou um incremento de 4,78 sc/ha, enquanto a região centro-sul apresentou uma queda de 1,29 sc/ha, no mesmo comparativo. Por fim, é esperado que a colheita seja finalizada no estado na primeira quinzena de abril.
Assine agora a revista técnica de nutrição animal
AUTORES

Suplementação concentrada a pasto: quando realmente vale a pena?
Rafael Mezzomo
Conceito de “alimentação ativa” para o controle da doença do edema em leitões
Alberto Morillo Alujas
Efeitos no pH ruminal e no consumo de alimento de vacas submetidas a um desafio

Dietas caseiras versus alimentos comerciais para gatos
Ananda Portella Félix
Nutrição de Precisão na Piscicultura: Tecnologia, Eficiência Alimentar
Luiz Fernando de Souza Alves
Medidas na redução do uso de antibióticos na produção de frangos de corte
Édina de Fátima Aguiar
Europa fecha as portas para proteína animal do Brasil: o que está por trás
Gabriela Galvão
Acidose Ruminal Subaguda: o papel essencial da microbiota do rúmen na saúde
Rahmad Balegi
Eficiência Invisível: Como Blends Bioativos Funcionais Transformam a Saúde

Potencializando a saúde intestinal e o desempenho de leitões pós-desmame
Miliane Alves da Costa
Estratégia de Controle e Prevenção da Criptosporidiose em Ruminantes
Dr. Fernando Noriega del Campo
Otimizando a Nutrição com Colina em Aves Através de Alternativas Sustentáveis
Dra. Reshma R Chandran
Probióticos solúveis em água e betaína anidra: suporte intestinal para aves